segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Camacha entra com o pé direito na segunda fase


Domínio total


Camacha entra com o pé direito na segunda fase. foto rui silva/aspress
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Num jogo de sentido único a vitória tangencial encobre o domínio da Camacha que continua a demonstrar carências na finalização. Neste jogo se marcasse mais três ou quatro golos não espantaria. A Camacha entrou melhor e criou algumas situações, apesar do Minas de Argozelo criar perigo em situação de bolas paradas. Aos 36 minutos, após um passe para a grande área, Diop saltou e rematou, o guarda-redes visitante chocou com um defesa, enquanto a bola se encaminhava para o golo. Pouco antes final da primeira parte e após um corte incompleto a bola sobrou para Fred que de fora de área rematou para o 1-1. Na segunda parte a Camacha assumiu o jogo e quando parecia que tudo estaria conformado com o empate, um passe de Ricardo Fernandes, isolou Júnior que rematou para o golo da vitória.  w. f.

domingo, 24 de janeiro de 2016

CAMACHA 1 Marítimo B 1

Empate justo no fecho da 1.ª fase

Tomás Faustino
Os verde-rubros estiveram melhor na primeira parte, os camachenses dominaram a segunda. Foto Rui Silva/aspress
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Terminou empatado a um golo o duelo entre as duas formações madeirenses que militam no Campeonato de Portugal, naquela que foi a última jornada da primeira fase da prova. Uma igualdade que se aceita, pois cada uma das formações esteve melhor que a outra numa das partes. Sinal mais para o Marítimo B na primeira, superior a Camacha na segunda. 
O Marítimo B vinha moralizado com uma sequência de quatro vitórias consecutivas e entrou forte na partida. A equipa mostrava confiança, trocava a bola com rapidez e esteve sempre mais dinâmica que a Camacha ao longo de toda a primeira parte. Ainda assim, a primeira grande oportunidade surgiria para os da casa: Junior arrancou a toda a velocidade pela direita, tirou os adversários do caminho e cruzou para Amar que, em boa posição para marcar, rematou muito ao lado.
Imediatamente depois, Luís Miguel perdeu a bola para Carlos Daniel em zona proibida, mas Christopher com uma boa intervenção adiou aquilo que se adivinhava.
O golo dos forasteiros surgiria mesmo aos 12, por intermédio de Fábio Abreu, que bateu Christopher com um forte remate de fora da área.
A Camacha não conseguia reagir e o Marítimo B ia justificando a vantagem, até que sobre o intervalo, na sequência de um pontapé de canto batido por Junior, na direita, e após um desvio ao primeiro poste, Luís Miguel apareceu ao segundo poste para cabecear para o fundo das redes e repor a igualdade.
Abalado ou não pelo golo sofrido no final do primeiro tempo, a verdade é que o Marítimo B não conseguiu manter a bitola e desceu de rendimento na etapa complementar.
A Camacha cresceu neste período e em poucos minutos teve duas oportunidades para marcar. Primeiro, na sequência de um livre, Luís Miguel ameaçou bisar frente à sua ex-equipa, e depois Tito, no meio dos centrais contrários cabeceou para defesa de Edgar, após bom trabalho individual de Roginho na esquerda. Até ao final da partida, o melhor que se viu do Marítimo B foi uma jogada em que Aldair flectiu da direita para o centro e desmarcou Fábio Abreu nas costas dos centrais contrários, mas o ponta-de-lança viu Christopher parar o seu remate e o resultado não mais se alterou.
Marítimo B sexto, Camacha sétimo e venha daí a segunda fase da competição!

Destaques do jogo
China
Irrequieto, o ala esquerdo do Marítimo B foi dos melhores ao longo da partida, destacando-se pela sua técnica e velocidade. Um quebra-cabeças para a defesa camachense.
Luís Miguel
Teve uma falha que podia ter custado caro, mas ‘levantou-se’ e mostrou-se seguro, rubricndo uma belíssima exibição, coroada com o golo da igualdade. 
Pana
O médio angolano joga simples e de forma esclarecida, contribuindo para a fluidez do jogo da sua equipa. Pendular, é peça preponderante nesta formação verde-rubra
Junior
Um dos bons elementos desta Camacha, tendo participação activa na maioria dos lances ofensivos da equipa. Desequilibra muito e fez por merecer a distinção.

Técnicos concordam com a divisão de pontos
José Barros: “O Marítimo entrou muito forte pois tem argumentos que nós não temos. Eles são profissionais e nós amadores. Nós também cometemos alguns erros e por isso eles chegaram de forma meritória à vantagem. Tentámos reagir e a espaços conseguimos, apesar de não termos um bom rendimento na primeira parte. Ainda assim, marcámos numa jogada estudada e tirando proveito das limitações que sabíamos que o adversário tinha. A segunda parte foi completamente diferente e praticamente dominada por nós. Como eles foram melhores na primeira e nós na segunda, tenho que admitir que o resultado ajusta-se e que este é mais um ponto valioso para os nossos objectivos. Ganhámos o ‘minicampeonato’ das equipas não profissionais e é isso que queremos repetir na 2.ª fase.”
Ludgero Castro: “É um empate que acabo por ter de aceitar como justo, embora pelo que fizemos na primeira parte podíamos ter construído uma vantagem maior ao intervalo. Temos estado melhor nas primeiras que nas segundas partes e hoje foi igual. No segundo tempo não conseguimos jogar tanto junto ao relvado, mas ainda assim acabámos por cima da Camacha. É um orgulho treinar estes jogadores, pois eles trabalham muito e querem sempre aprender mais, estar mais fortes, crescer e chegar à equipa A. Agora vamos tentar fazer o maior número de pontos e se possível ganhar esta segunda fase.”

Fase de manutenção
As duas equipas da Madeira vão disputar agora a fase de manutenção no Campeonato de Portugal, que se inicia após duas semanas de pausa na prova.  Serão as oito equipas que não se qualificaram para a fase de subida (Bragança e Vilaverdense) que vão estar neste campeonato com 50% dos  pontos angariados nesta primeira fase regular. O Marítimo arranca assim com 12 pontos e a Camacha com 9.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

CAMACHA 3 Vianense 0

Facilidades iniciais ajudaram 

Walter Faria
João Pedro, o melhor em campo, discute o lance. Foto Rui Silva/ASPRESS
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Num jogo importante para a Camacha, a formação da casa ultrapassou um adversário que desde início demonstrou muitas fragilidades defensivas. 
Logo aos 5 minutos, Diop, em plena área, foi ceifado em falta pelo central e o árbitro não hesitou em assinalar penálti. O mesmo jogador abriu o activo. Esta vantagem permitiu aos madeirenses maior fulgor ofensivo e pouco depois de um quarto de hora, após um canto de João Pedro, Diop, entre os centrais, cabeceou para o 2-0.
A Camacha manteve a toada e poderia ter ampliado. Tito e Amar falharam bons ensejos. Pouco antes do intervalo, o Vianense ficou em inferioridade numérica, aumentando ainda mais as dificuldades aos visitantes. Uma contestação a uma falta não assinalada o árbitro resolver expulsar Dani por injúrias. Aos 53 minutos, num lance de contra-ataque conduzido e finalizado por João Barreto, os camachenses fizeram o 3-0.
Até final, o Vianense tentou reagir, mas a Camacha geriu bem o encontro e o resultado. Nesta fase final, Dedé e Madior deram muito trabalho a Christopher, que de forma corajosa evitou o(s) golo(s).
O resultado ajusta-se porque a formação madeirense esteve desde os primeiros minutos focada no jogo.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Camacha 1 Bragança 1

Camacha mantém pontaria desafinada

walter faria desporto@dnoticias.pt
Insulares voltaram a ceder empate caseiro. foto rui silva/aspress
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Num jogo equilibrado a Camacha esteve mais próxima da vitória apesar de manter o défice alto de concretização, mas acabou por ceder novo empate em casa, em jogo referente à 14.ª jornada da Série A do Campeonato de Portugal.
Frente a um dos candidatos à subida, a  primeira parte do encontro  foi de maior clarividência em oportunidades de golo mas a pontaria não foi condizente com os níveis criativos. 
Neste jogo os madeirenses não souberam gerir a vantagem pois permitiram a reacção ao golo apontado, consentindo a igualdade volvidos dois minutos. Mamdou Ndiaye (14), Diop (26, 35, e 41) apesar de demonstraram qualidades no jogo aéreo na área bragantina a verdade é que não estavam em dia sim e acabariam por não acertaram com o o golo. 
Nesta fase Wellington (ex-Boavista) após um ‘slalom’ individual, já na área permitiu um corte providencial dum defesa local. Na segundo parte, o jogo foi menos interessante mas surgiram os golos. 
A Camacha após um boa iniciativa, o recém entrado Júnior veio a  assistir João Pedro que de primeira abriu o activo. 
Ainda a festejar o golo os insulares viriam a ser surpreendidos com o golo do empate, da autoria de Gonçalo Cardoso, que através de um livre frontal foi eficaz. 
No final ainda existiram  lances de grande perigo na baliza do Bragança, pelo que, em termos de balanço, o empate é aceitável apesar da formação liderada por José Barros estivesse mais próximo de garantir o  sucesso.
Árbitragem positiva.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Camacha 1 Vilaverdense 2 in Diário de Notícias da Madeira

Dois erros fizeram a diferença e ditaram derrota

Camacha ocupa o 6.º lugar, com os mesmos 13 pontos. Foto Aspress
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Frente a um candidato à subida, a Camacha com boa atitude e intensidade no seu futebol merecia melhor sorte, mas duas más abordagens por dois dos seus jogadores fizeram a diferença. Numa primeira parte equilibrada e com o jogo a ser repartido pelos dois meios campos, na primeira vez que o Vilaverdense veio à baliza da Camacha, marcou. Tiago Carneiro aproveitou o facto da defesa da Camacha se encontrar descompensada para ultrapassar um contrário, ganhar ângulo e finalizar.
Não demorou muito tempo a resposta local, pois em jeito de resposta estabeleceram a igualdade. Na direita Diop tirou as medidas certas num cruzamento, colocando o esférico no peito de Tito que, com um bonito gesto técnico levou a melhor sobre um contrário e rematou com êxito.
No segundo tempo apesar de novo equilíbrio de forças, houve duas lanches de jogadores da Camacha que acabaram por serem comprometedores com influência decisiva no resultado final.
Referimo-nos à má abordagem de Christopher  após a marcação dum livre dos visitantes. A bola veio de longa distância até à pequena área do guarda-redes que ficou ‘preso’ sobre a linha de baliza, o suficiente para Nenê à vontade cabecear e marcar; o outro erro de índole técnico ocorreu logo de seguida quando Diop desperdiçou uma grande penalidade. M. J.