sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Meia dúzia aos juniores do Nacional
VITÓRIA EM MACHICO ANTES DA ESTREIA OFICIAL
Quarta-Feira, 24 julho de 2013 | 23:57

O União da Madeira, equipa da 2.ª Liga, venceu esta quarta-feira uma equipa sub-19 do Nacional por 6-0, em partida disputada no Estádio de Machico, que serviu de preparação para a temporada 2013/14.
No último jogo antes da estreia oficial, que irá acontecer na Trofa, no próximo sábado, ante o Trofense, a contar para a Taça da Liga, José Barros aproveitou para dar minutos de jogo a todos os jogadores. Por seu turno, os jovens do Nacional preparam a sua participação na I Divisão Nacional da categoria, ainda com algumas indefinições no plantel.
Os golos de Ricardo Chíxaro, Santiago Silva, Fábio Adriano, Chakib Tayet e Miguel Fidalgo, este por duas vezes, "selaram" a história da partida. De realçar os golos de dois jogadores que ainda não integram o plantel às ordens de José Barros, Chakib Tayet e Fábio Adriano
domingo, 21 de julho de 2013
União vence Nacional da Madeira em jogo de preparação
O Nacional realizou ontem o seu primeiro teste da temporada, defrontando o União, num treino de conjunto matinal, que teve lugar na Choupana. No final, venceu a equipa da II Liga que, pese estar ainda em fase de reconstrução, inclusive com alguns jogadores à experiência, deu boa conta de si. Do outro lado, os alvi-negros, que inicialmente apresentaram um onze sem qualquer novidade, em relação à época passada, tiveram períodos de algum bom entendimento colectivo, mas não foram consistentes. Muito longe disso.
O Nacional até marcou primeiro, logo aos sete minutos, beneficiando de uma enorme fífia de Christopher que ao tentar interceptar um livre/cruzamento de Candeias, desviou a bola para a sua própria baliza. Os unionistas empataram apenas três minutos depois, numa jogada em que também o guarda-redes do Nacional, Gottardi, e os seus centrais, não saem isentos de culpa, deixando Chícharo desviar, de cabeça, um livre executado por Rúben Andrade.
O lance que decidiu o vencedor do encontro surgiu apenas na recta final, com Silva a surgir isolado para bater, com uma boa execução técnica, Ricardo Batista.
Pelo meio, assistiu-se a períodos alternados de domínio entre as duas equipas, com o Nacional a se preocupar mais com o reforço do rigor táctico que Manuel Machado perfila para a temporada, do que propriamente em forçar, para tentar chegar à vitória. O União tem também esse trabalho para realizar, mas conseguiu-o fazer e em simultâneo ser uma equipa ofensiva, quando da posse da bola, ao contrário dos nacionalistas que lateralizaram em demasia o seu jogo.
Na segunda metade, os dois técnicos operaram muitas alterações e, curiosamente, os unionistas, com um naipe de “ilustres desconhecidos”, mostram mais vontade em vencer e acabaram por o conseguir, com inteira justiça.
Entre os novos jogadores do Nacional, seria prematuro entrar em grandes análises. Todavia, fica a ideia que Bruno Moura tem bom toque de bola mas necessita, ainda, de uma grande adaptação ao futebol europeu, até porque se trata de um jovem. Já Rafa, mostrou qualidades colectivas, parecendo um número 6 bem ao jeito de Manuel Machado, enquanto Sequeira limitou-se a fechar bem o lado esquerdo da defesa. Denis Prychynenko, o central ucraniano que vem cumprindo um período experimental, acabou por não convencer e foi dispensado após o jogo.
Nos que transitam da época passada, registo para os jovens Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Jota e Aly Ghazal, todos eles potenciais titulares, e para a grande serenidade de Mexer que tem tudo a seu favor para realizar uma excelente época.
No União, o núcleo duro é madeirense, por naturalidade ou afinidade – Rúben, Toni, Tiago, Ávalos e Hugo Morais – mas Ginho também mostrou que há que contar com ele, tal como Ricardo Chícharo mostrou que tem tudo para ser titular.
Excelente arbitragem de Anzhony Rodrigues.
O Nacional até marcou primeiro, logo aos sete minutos, beneficiando de uma enorme fífia de Christopher que ao tentar interceptar um livre/cruzamento de Candeias, desviou a bola para a sua própria baliza. Os unionistas empataram apenas três minutos depois, numa jogada em que também o guarda-redes do Nacional, Gottardi, e os seus centrais, não saem isentos de culpa, deixando Chícharo desviar, de cabeça, um livre executado por Rúben Andrade.
O lance que decidiu o vencedor do encontro surgiu apenas na recta final, com Silva a surgir isolado para bater, com uma boa execução técnica, Ricardo Batista.
Pelo meio, assistiu-se a períodos alternados de domínio entre as duas equipas, com o Nacional a se preocupar mais com o reforço do rigor táctico que Manuel Machado perfila para a temporada, do que propriamente em forçar, para tentar chegar à vitória. O União tem também esse trabalho para realizar, mas conseguiu-o fazer e em simultâneo ser uma equipa ofensiva, quando da posse da bola, ao contrário dos nacionalistas que lateralizaram em demasia o seu jogo.
Na segunda metade, os dois técnicos operaram muitas alterações e, curiosamente, os unionistas, com um naipe de “ilustres desconhecidos”, mostram mais vontade em vencer e acabaram por o conseguir, com inteira justiça.
Entre os novos jogadores do Nacional, seria prematuro entrar em grandes análises. Todavia, fica a ideia que Bruno Moura tem bom toque de bola mas necessita, ainda, de uma grande adaptação ao futebol europeu, até porque se trata de um jovem. Já Rafa, mostrou qualidades colectivas, parecendo um número 6 bem ao jeito de Manuel Machado, enquanto Sequeira limitou-se a fechar bem o lado esquerdo da defesa. Denis Prychynenko, o central ucraniano que vem cumprindo um período experimental, acabou por não convencer e foi dispensado após o jogo.
Nos que transitam da época passada, registo para os jovens Nuno Campos, Miguel Rodrigues, Jota e Aly Ghazal, todos eles potenciais titulares, e para a grande serenidade de Mexer que tem tudo a seu favor para realizar uma excelente época.
No União, o núcleo duro é madeirense, por naturalidade ou afinidade – Rúben, Toni, Tiago, Ávalos e Hugo Morais – mas Ginho também mostrou que há que contar com ele, tal como Ricardo Chícharo mostrou que tem tudo para ser titular.
Excelente arbitragem de Anzhony Rodrigues.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Formação orientada por José Barros venceu o particular in Jornal Record

Formação orientada por José Barros venceu o particular
Goleada aos sub-19 do Nacional (4-0)
PARTICULAR DISPUTADO NO ESTÁDIO DE MACHICOO União da Madeira venceu esta quinta-feira a equipa de sub-19 do Nacional por 4-0, num particular disputado no Estádio de Machico.
Num jogo totalmente controlado pela formação orientada por José Barros, marcaram Rúben Andrade, Miguel Fidalgo e Steve, por duas vezes.
Na manhã do próximo sábado, no Estádio da Madeira, a formação unionista irá enfrentar o conjunto principal do Nacional da Madeira.
domingo, 23 de junho de 2013
AZUL-AMARELOS APRESENTARAM NOVO TREINADOR PARA A PRÓXIMA ÉPOCA
José Barros no União
PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA | | POR JM
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José Barros é o novo treinador do União SAD para a nova temporada, aliás tal como o JM já havia anunciado em seu devido tempo.
O técnico, que já conta com passagens pela Associação Desportiva da Camacha e também pelo Marítimo B, clube onde trabalhou na última época desportiva será coadjuvado por Mário Nunes (treinador-adjunto) e por Zé Manuel (treinador de guarda-redes), que desempenhou estas mesmas funções na época transacta ao serviço dos unionistas.
José Barros vem substituir no cargo Predrag Jokanovic.
O novo treinador do União SAD de 39 anos de idade, natural de Luanda, Angola, rubricou um contrato válido com os “azul-amarelos” até final da temporada.
A apresentação da nova equipa técnica do União SAD realizou-se na tarde de ontem num restaurante da nossa cidade e na oportunidade José Barros traçou a manutenção como o primeiro e grande objectivo da sua nova equipa, no entanto, garantiu o treinador, o projecto a médio / longo prazo é ambicioso. «A manutenção é o primeiro grande objectivo mas o projecto a longo / médio prazo é ambicioso», referiu na oportunidade o técnico que também espera produzir um futebol bonito por forma a atrair os adeptos ao estádio. «Queremos praticar um futebol atractivo, alegre, por forma a chamar os adeptos», disse na oportunidade.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
José Barros em palestra
No âmbito da promoção da matemática na Escola Profissional do Atlântico, professor José Barros foi convidado como prelector, falando da importância da estatística no futebol. Uma apresentação estimulante e surpreendente sobre o desempenho dos números no rendimento desportivo, cativando toda a plateia. Um instrumento útil não só para a avaliação coletiva e individual da prestação dos jogadores, como também para a definição de uma orientação táctico/estratégica para um encontro de futebol.
Com passagens pela a Associação Desportiva da Camacha e Marítimo da Madeira Futebol Sad, especificamente na equipa B, professor José Barros demonstrou a sua qualidade não só como treinador mas como um excelente orador. Fazemos votos que regresse o mais depressa ao treino desportivo. O nosso futebol bem precisa de treinadores de qualidade.
Também presente neste evento o professor João Pedro Silva discursou sobre a importância da estatística na elaboração dos planos de treino na modalidade de Voleibol.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
José Barros Araújo “É o sonho que comanda a vida” in jornal Fonte Nova
Gente da minha terra
José Barros Araújo “É
o sonho que comanda a vida” in jornal Fonte Nova
Encontrámo-lo passados
seis anos de lhe termos feito a primeira entrevista. Na altura dizia correr
atrás de um sonho. Queria ser treinador profissional de futebol. Depois de uma
vida passada entre a formação académica e os relvados do campo de futebol, percorreu
um caminho que o levou ao encontro daquilo com que sempre sonhou. Hoje, seis
anos volvidos, foi treinador da equipa b do Marítimo e já possui o curso de
treinador Uefa Pro (nível 4), o que lhe permite treinar qualquer equipa, até
mesmo a seleção Nacional.
Vive na ilha da
Madeira há mais de uma década. Adora o clima, o mar e a brisa do oceano, mas
nunca esqueceu Portalegre. Apesar de ter nascido em Angola, veio para a nossa
cidade ainda muito novo. Aqui deu os primeiros passos e aqui aprendeu e
desenvolveu o gosto pelo futebol. Conheceu e fez amigos, pessoas que assume
fundamentais na sua vida. Com elas cresceu e aprendeu a seguir o seu caminho.
Embora sempre
apoiado e grato por aqueles que o ajudaram a crescer, pragmático e consciente
da sua vontade, José Barros sempre soube o que queria. O Estrela de Portalegre
sempre foi o seu clube, aquele que sempre jogou na sua formação. Partilhou o
sonho de ser jogador de futebol com muitos jovens. Comemorou as vitórias e
sofreu as derrotas. Saboreou cada momento, cada minuto... Neste clube, que
garante guardar no coração, aprendeu que os sonhos são para se perseguir.
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